sexta-feira, janeiro 20, 2006

Happy Friday

Ainda bem que hoje é sexta-feira. Estou cansada e sem disposição para trabalhar. Agora só quero mesmo é colocar os pés pra cima e assistir um filminho, ou ler um livrinho bem gostoso.

Esse aqui, faz tempo que estou de olho, fui ao Brasil e nem lembrei de procurar. Do'h!

O Brasil das Placas

Aqui está a descrição do livro -
Quem nunca se deparou com uma placa engraçada durante uma viagem? José Eduardo Camargo, editor do Guia 4 Rodas, cansou de rir sozinho nas viagens a trabalho pelo país. E resolveu fotografar os cartazes, placas e anúncios bem-humorados, de duplo sentido ou cheios de nonsense que encontrava pelo caminho. O livro de fotos O Brasil das Placas é o resultado de um trabalho de dois anos em lugares tão díspares quanto São Raimundo Nonato (PI), Porto Nacional (TO) e Rio de Janeiro (RJ). Para dar o texto final, o autor convidou o amigo L. Soares, que escreveu um cordel para cada foto. As letras também são especiais: a tipologia do livro, criada pelo designer Crystian Cruz, foi inspirada em inscrições de ruas.







quarta-feira, janeiro 18, 2006

Curtas

- Caninha 51 depois de um dia estressante, vem bem à calhar! Obrigada pelo presente, Dudu!

- O tempo resolveu dar um break! Hoje a temperatura chegou à 5°C. Uau! Quase que dava pra ir à praia (sarcasmo!)

- Começou a temporada 2006 do American Idol! Estou no Paraíso! Eu AMO Simon!

- Ah! Desde que Howard Stern (pra quem não sabe, o Rei do Talk Radio Americano, The King of All Media como ele se auto-intitula) foi parar em Satellite Radio, que estamos sem a nossa dose diária do seu show. Acredite ou não, quando voltamos do Brasil, Paul foi lá na Best Buy para comprar o Satellite Radio, mas estava completamente SOLD OUT! Pois é, Howard is the man! Então agora vamos ter que esperar um mês inteiro para poder comprar o radio satélite. Enquanto isso, Paul encontrou nos Newsgroup o download diário do show dele. Só que tem que fazer o download e depois colocar em cd pra gente ouvir no carro. Um show inteiro dar uns 4 cds, então só temos ouvido bits and pieces. Melhor que nada, por enquanto. Quem não tem cão, caça com Internet!

- Paul falou pra mim esta semana que acha que gente solteira não vai bem com gente casada. Vamos encarar, gente casada, com filho, tem uma agenda completamente diferente de gente solteira, descomprometida. A gente é boring! E esse povo não sabe nem disfarçar! HAHA! Na opinão dele, gente solteira só combina coisa com gente casada assim, quando tudo mais falhar, a última opção. Estou começando a achar que ele tem razão absoluta!

domingo, janeiro 15, 2006

Comprinhas Brasileiras

Tantas coisas que eu gostaria de ter trazido lá do Brasil, mas não levei muita grana, e em matéria de compras, achei Recife bastante caro. Fiquei chocada com os preços das roupas, dos sapatos, acessórios. Uma bolsinha mixuruca de nada, nem bonita nem coisa nenhuma, custando uns 200 reais. Gente, o povo perdeu a noção! Tinha vezes que dava até vontade de rir! "Quanto, D. Maria?"
Então preferi gastar meu dinheiro nas atividades diárias, sair pra jantar fora, boate, ou barzinho, ou aquele cervejinha que Paul tanto gosta de tomar, olhando para o mar de Boa Viagem.

Mas trouxe umas coisinhas sim. Pouquinhas e simplesinhas, mas bem ao meu gosto.

**
Roupas, duas ou três pecinhas, apesar de que a moda verão Brasil está muito colorida, levinha, e cheinha de brilhos. Só que além de muito caro, parece que o negócio agora é malha. Tudo de malha, todo mundo vestindo malha. Dessas que não aguentam duas lavagens. Trouxe uma saia dessas estilo amassadinha, uma bluzinha branca, com uns detalhes em brilho, uma bolsinha de tecido, bordadinha com lantejoulas..
Mas a minha pecinha favorita ainda é a que comprei na Casa da Cultura. Uma camiseta estilo babydoll, com a bandeira de Pernambuco bordada na frente e detalhes em lantejoula. Amei essa blusinha.
R$34.00















**

Cds - Comprei uns 4. Gostaria de ter trazido mais, mas aí seria negócio pra passar assim metade de um dia, com bastante calma, só olhando, pesquisando, escutando. Então trouxe os que me chamaram mais a atenção, assim, logo de cara, meio que às cegas, pegando e levando.


Quem me conhece, sabe que eu adoro Cássia Eller. Tenho vários cds dela. Este eu ainda não tinha. Não é dos melhores, mas é bom o suficiente.

Minha nota - 3.5







Ana Carolina, Perfil. O cd que mais gosto desses quatro.
Já conhecia algumas das músicas, como "Quem de nós dois" e "Pra rua me levar". Este cd inteirinho é uma delícia. Tenho escutado again e again no carro. E a voz dela me lembra bastante a de Cássia Eller. Maravilhosa!

Minha nota - 5.0




Margareth Menezes
Que vozerão esta moça tem. Meu primo já havia me dado um cd dela ao vivo, e Paul (que pra quem não sabe é músico nato, compositor, letrista, toca guitarra e violão, e entende somente tudo de música) foi quem apontou que no cd ao vivo, a moça vem nua e crua, somente a voz dela mesmo, sem nenhum retoque, o que não é pra todo mundo.
Este cd aqui (que não é ao vivo), é apenas ok, mas já escutei coisas melhores dela.

Minha nota - 3.0




Xuxa Festas - Tem o Kit Cd e DVD e tem o Cd sozinho. Comprei somente o Cd, e confesso que comprei mais pra mim do que pro meu filho. Meu filho gostava muito de Xuxa assim até uns 2 anos de idade. Ele dançava e cantava a música do patinho Qua-qua-qua!!! Depois disso, perdeu o interesse. Então parei de comprar essas coleções. Mas este cd, não resisti. Tem aquelas primeira músicas do Xou da Xuxa, como Ilariê, Doce Mel, Abecedário da Xuxa, Lua de Cristal, entre outras. Só que com arranjos diferentes, mais atuais, e a participação especial de Ivete Sangalo.

Minha nota - 5.0

**

Água Ardente - Se bem que essa eu não comprei. Foi um presente do meu primo Eduardo. Várias latinhas de Pitu e Pirassununga 51.
Agora vem com uns sabores diferentes. Tem a original, somente a cachaça purinha, e outras misturadas com limão ou cola.
Ele também nos deu uma caixinha com os pacotinhos de misturinha em pó para fazer Caipirinha. Eu prefiro misturar com o limão e o açúcar, mas experimentarei a misturinha. Mas ainda nem abrimos.
Levei uma latinha dessas lá pro meu trabalho, pra dar de presente à um colega, e a latinha virou a atração do dia, causando a americanada toda ir parar na mesa dele pra olhar, pegar e fazer mil e uma perguntas.
Pra quem não sabe, aqui vende cachaça em certos lugares, mas chega a custar até uns $30 e poucos dólares.

**
Produtinhos de beleza
Podem até rir, mas eu trouxe sabonetes lá do Brasil. Lux de Luxo e Francis. Bouquet de Flores, Extratos Vegetais, Pétalas de Rosas, Chocolate, etc. Os sabonetes brasileiros dão de mil a zero nas marcas americanas. Não estou falando em Bath and Body (aqui) ou Boticário (lá). Estou falando em marcas que vendem no supermercado mesmo. Perfuma o banheiro inteirinho, uma delícia.
Também trouxe batons e esmaltes Colorama (porque esmalte americano é uma merda).


Pois é. Depois eu conto o que fizemos por lá, os lugares que visitamos, e as fotos que tiramos.

sexta-feira, janeiro 13, 2006

O lugar que nos pertence!

Um dos lugares que gosto de visitar sempre que vou ao Brasil é a rua aonde os meus avós maternos moravam. Acredite ou não, parece coisa de criança, e faz muitos anos que meus avós morreram, mas passar por aquela rua tráz sempre lembranças muito gostosas dos meus tempos de menina, me faz recordar os meu avós que lá moraram, recordar os dias que vivi naquela casa. Só de passar naquela rua já está de bom tamanho. Eu sou muito sentimentalista mesmo, não adianta. Eu guardo no coração momentos, lugares e pessoas que eu amo assim, pra sempre!

Desta vez, a passada pela rua foi muito mais demorada. Acontece que a segunda esposa do meu avô, a madrasta da minha mãe, acaba de comprar uma casa na mesminha rua, e nós fomos lá para uma visitinha.
Lá estava a casa novamente, que pertenceu aos meus avós, que faz anos que não parece mais com a mesma casa aonde passei metade dos 10 primeiros anos da minha vida, quando minha avó ainda era viva e tinha a casa sempre cheia de netos. A casa agora é diferente, porque foi completamente reformada parece que mais de uma vez.

Perguntei a Luzia (a madrasta da minha mãe) se ela sabe quem mora lá atualmente. E ela me falou que a casa vem sendo alugada por anos. Logo quando meus avós morreram e a casa foi vendida, e o senhor que comprou a casa, também já idoso, morreu deixando a casa para a filha. Disse Luzia que a filha deste senhor não aguentou morar na casa, pois não se sentia à vontade lá dentro.
- "Como assim?" perguntei. E pra minha surpresa Luzia respondeu.
- "Você não sabe como aquela casa sempre teve umas coisas estranhas?" Coisas estranhas, hora essa! Nunca ouvi falar em coisas estranhas naquela casa. Fantasmas?
Achei engraçado, interessante ela achar assim, e a dona atual da casa também achar assim. Porque pra mim, aquela casa é sagrada! Se eu pudesse eu comprava aquela casa de volta para minha familia. A daria de presente de volta para a minha mãe, que lá nasceu e foi criada.

Por muitos anos, todas as noites eu sonhava com aquela casa. Nesses sonhos, estava eu lá dentro, brincando, rindo, trepando na tamarineira que tem lá atrás no quintal espaçoso, que foi por sinal plantada pelos meus pais quando ainda namoravam. Neste sonho eu nunca via ninguém. Era sempre somente eu e a casa.

Esta conversa também me fez lembrar uma vez quando visitei o Museu de Petrópolis, no Rio de Janeiro, durante uma das minhas viagens. Nunca mais esqueci a sensação esquisitérrima que senti dentro daquele museu. Lugar lindo, você conhece? Cheio de relíquias do Império de D Pedro II, móveis que pertenceram a Família Imperial, joias, roupas, louças, etc. Andar lá dentro, visitando cômodo por cômodo me causou um mal estar tremendo. Teve um momento que tive que sair correndo lá de dentro pois me senti invasora. Me senti como se os antigos moradores daquela casa estivessem me vigiando. Os enormes quadros nas paredes, aqueles olhos todos me olhando. haha! Nunca me senti daquele jeito em canto nenhum, nem antes daquela visita e nem depois. Eu não sou de ver fantasmas, não sou de ouvir coisas, não tenho os dotes mediúnicos que certas pessoas têm (nem estou reclamando). Mas naquele dia, aconteceu um breakthrough naquele museu, dentro deste sentido.

A minha resposta a Luzia foi "É porque aquela casa não pertence aquela moça! Aquela casa nos pertence!" E assim acredito!

sábado, janeiro 07, 2006

Voltei

Voltei das Férias! Estou muito cansada da viagem e já morrendo de frio neste iceberg que é Boston. Tem um montão de coisas pra colocar em ordem, então vou voltando aos pouquinhos.

Tenho um montão de coisas pra contar da viagem, mas por enquanto vou deixando vocês com algumas fotinhas que tiramos por lá. A qualidade é mais ou menos, pois a câmera da minha sobrinha não é muito boa. Estou esperando Paul fazer uns frames das filmagens que fizemos por lá e depois eu coloco mais fotos aqui.

*
Passagem para o Brasil, 750 dólares. Vista de Olinda, com a bandeira de Pernambuco no peito, priceless!

*

Com a família, no Passo Alfândega, Recife Antigo

*
Paulzinho, com a Titia Raquel (minha irmã), que paparicou muito este sobrinho.

*
Paulzinho e Rafa, o priminho, e agora best buddy! Foto tirada no Atelier de Francisco Brennand.

*
Paul com os periquitos lá de casa. hehe!

*
Bruna, Paulzinho e Rafael, os três priminhos reunidos.

*
Eu e Marquinhos (meu primo), no castelo de Ricardo Brennand.

Arquivo

   
eXTReMe Tracker