domingo, abril 29, 2007

O que vendem os shopping centers americanos



Estou eu na Forever 21 no outro dia fazendo umas comprinhas, tendo um total dejavú. As coisas que eu usava na minha adolescência, lá de volta nas prateleiras espalhadas pela loja inteira. Fiz um comentário pra mocinha atraz do balcão (que não deveria ter mais de 18 anos), e ela toda risonha me fala que quando chega em casa com essas roupas, a mãe dela comenta que aquela são as mesmas roupas que ela mesma usava back in the days. Vixe, tô velha, comentei com os meus botões. Mas a mãe dela deve ter o que, uns 30 e poucos anos. Então é isso mesmo. Porque a moda anos 80 voltaram, meu bem.

O tal do legging que nem nos anos 80 eu achava legal, está por todos os cantos, e na minha opinião só fica bem na mocinha alta de pernas longas, como a da foto abaixo.


Acessórios extravagantes. Esses eu tinha de montão. Se eu tivesse uma bola de cristal teria guardado tudinho, e voilá!


Cintos largos que marcam bem a cintura. Outra moda que so acho legal nas magrinhas altas.


Sapatos de cores extravagantes. Esse de mesh aí abaixo é de uma loja de sapatos chamada Bakers, que eu gosto bastante.



A Leila fez um post lá no blog dela, que também confirma isso. Vai lá olhar depois.

Outra coisa que também notei com relação a moda de agora, é que tem um lance meio boneca, meio "Raggedy Anne", meio "Casas José Araujo", com tecidos leves, e muitas flores, xadrez, botões coloridos, laços de fita. Lojas como Forever21, Charlotte Russe, Wet Seal, estão usando e abusando dessa moda. Você entra nelas e só falta ter uma convulsão diante de tantas cores extravagantes.




O primeiro modelo pode ser encontrado na Wet Seal, os outros três na Forever21. Todos os modelos anos 80 acima são da Forever21.

sábado, abril 28, 2007

Programa do Chacrinha - 1978

O video é antigo, tem que aumentar o som para ouvir direito.
3 coisas me chamaram atenção -
O prêmio de 5 mil cruzeiros, patrocinado por Detefon
Os microfones ainda de fio.
E a simplicidade do programa (a decoração do palco, a roupa das chacretes, etc). Tude bem anos 70! Os tempos da inocência!

segunda-feira, abril 23, 2007

Desejo, desejo, por que negar?

O leasing do meu carro vai acabar em Outubro. Daí a concessionária me mandou uma cartinha, juntamente com o catálogo 2007, avisando que se quisesse trocar agora por um daqueles modelos, podia.

La fui eu toda alegrinha pra concessionária, pra escolher um carro novo. Chegando lá, o homem sai me mostrando as possibilidades, e claro entre o carrinho humilde, simplesinho, mais baratinho e o todo encrementado, que só falta fazer café, eu gostei do encrementado. Fiquei doidinha pelo tal do Chrysler Pacifica (acho que é modelo novo, pois nunca tinha visto antes). Queria porque queria um azulzinho da mesma cor daquele que a Margene de Big Love dirige.

Mandei o homem ir buscar a chave pra eu tirar o danado para um test-drive. Falei pro meu marido que podia ir tirando o cavalinho da chuva, e nem escolher outro carro, porque já estava decidido. O coitado ainda tentou me convencer por um modelo Jeep que tinha lá. Nadinha! Tinha que ser aquele Pacifica azulzinho, e da cor do carro da Margene do Big Love ainda por cima, todinho equipado, com 6 assentos, dvd player, todo automático.. vixe, tinha até cassete player, que eu pensava que estava extinto.


Mandei o homem ver lá quanto ía me custar aquela maravilha, e quase caí pra traz quando ele falou $600 dólares mensais.. A mãe de quem? Come again?!!!

E saí de lá com o rabinho entre as pernas, porque com o dinheiro que eu vou dever em quilômetros extras rodados (que foram além do contrato do meu leasing atual), não vai dar pra financiar outro carro até pelo menos o ano que vem.
Daí, eu vou ter que comprar o meu carro atual mesmo no final do leasing e me conformar com ele. (Para os curiosos, o meu carro atual é um PT Cruiser, igualzinho a este daqui cor e tudo. Eu não sou muito chegada à cara de gangster dele não. Foi mais escolha do marido do que minha.)

Estou até hoje sonhando com o Pacifica.
Sonhar eu posso, né?

quinta-feira, abril 19, 2007

Sayonara Sanjaya!



"Outerly horrendous!" foi o comentário de Simon, e parece que desta vez todo mundo concordou. Então acabou a festa de votar no pior. Sanjaya dançou! E American Idol segue na sua programação normal.

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LOST (este texto pode ter spoilers. Leia por sua conta e risco)
Vou confessar que não estou gostando da direção que estão dando aos personagens Kate, Jack e Sawyer, com todo aquele lance de triângulo amoroso. A situação de ontem meio que me lembrou assim, um episódio de Friends, durante os anos finais de total apelação: Rachel e Ross, Rachel e Joey, Rachel e Ross.... (aqui é a parte aonde eu reviro os olhos)... Esse filme já está pra lá de manjado.
Se Lost tivesse, digamos assim, um Q de Lagoa Azul, aí então eu ía dizer tudo bem, porque se eu fosse a Kate eu também iria querer ficar com dois gostosões da ilha. Mas com Lostzilla a solta, os Outros, botaozinho da destruição, avião caindo por todos os cantos, gente morrendo aqui e ali, povo sendo enterrado vivo...
Uma pitadinha de romance vai bem de vez em quando, mas o clima de suspense e ação constante é o que mantém o pique do seriado.
Por falar em Sawyer, é impressão minha ou ele ganhou uns quilinhos?


sábado, abril 14, 2007

O assalto

Esta estória aconteceu de verdade na semana passada, quando Paul foi buscar Paulzinho na escola.

Mas primeiro uma explicação -
Meu marido leva Paulzinho pra escola à pés, e vai buscar todos os dias. É que a nossa casa foi considerada perto o suficiente, que Paulzinho não se qualificou para ter o ônibus escolar (os famosos School Bus amarelinhos americanos) vir buscá-lo na porta de casa. Só que quando eles tomaram essa decisão, eles provavelmente usaram o método de ligar um ponto ao outro por uma linha reta, e esqueceram que na prática, existe uma visinhança inteira, de ruas curvas, e muitas casas, e inclusive um cemitério, separando os dois pontos. Então, a distância é na verdade muito maior que imaginado.

O cemitério fica numa rua por tráz da nossa, e tem uma ruazinha estreita que corta de um lado ao outro. Do outro lado fica a rua da escola de Paulzinho. E para encurtar caminho, Paul passou a ir pelo cemitério mesmo.
Como todo cemitério que se preze, é geralmente um lugar muito calmo, silencioso, sereno, você sabe.

Na semana passada estava Paul a caminhar pelo cemitério, indo buscar Paulzinho na escolinha, quando de repente um carro em alta velocidade passa pela rua e vai parar la no final, aonde tem uma capelinha. Dois homens saem de dentro do carro, correndo cemitério à dentro, e se perdem entre as catacumbas..
Ok, curioso agora? Seria a reação normal, né? Meu marido, pára, olha, e continua andando. Quem conhece Paul, sabe que ele é muito desligado, e que eu não estou exagerando.

Ao chegar na rua do outro lado, nas vizinhanças da escola, ele se depara com uma verdadeira cena de filme americano. Carros policiais com aquelas luzes extravagantes piscando, policiais armados correndo de um lado para o outro, e cães da raça pastor alemão fuçando em todo burado.
E agora então, aumentou a curiosidade? Meu marido olhou tudo, e continuou andando para escola.

Chegando lá, danou-se a esperar, e nada de Paulzinho vir. Notou que nenhuma criança estava sendo liberada. Depois de muita espera, resolveu ir perguntar na diretoria. A resposta dada foi que um banco do nosso bairro havia sido assaltado e os ladrões teriam corrido para aquela vizinhança. E que até segunda órdem, a escola não estava autorizada a liberar as crianças.
Daí ele vai pega o celular e liga pra mim pra contar a estória. Eu vou e digo pra ele pra ligar imediatamente para 911 e avisar pra eles, do carro com os dois caras que ele tinha visto no cemitério. O que vocês acham? Não é óbvio que uma coisa está ligada à outra? É claro que os caras que ele viu se escondendo no cemitério eram os assaltantes, ou tinham culpa no cartório.

Mas o pior vem agora, pois Paul foi e ligou, e o idiota que atendeu o telefone disse que os policiais já estavam na área, muito obrigado, e desligou. Me falaram no meu trabalho que dispatchers não são tão eficientes neste País como a gente pensa.

Mais tarde no noticiário da noite, lá estava a estória toda na tv. E as câmeras de segurança do banco mostrando a cara de um dos ladrões na tv, e pedindo que se alguém na comunidade tivesse visto aquela pessoa, favor ligar para tal número.
Puxa vida, fala sério!

segunda-feira, abril 09, 2007

Pobre Criança Rica!



Ignorando quase todos os reviews (de mal a pior) em netflix do filme Marie Antoinette, resolvi alugá-lo neste final de semana. E quer saber, AMEI! Fazia algum tempinho que não gostava tanto tanto de um filme assim.

As reclamações no Netflix são as mais variadas. Tem que não gostou da trilha sonora, tem quem não gostou da ausência dos fatos que levaram à Revolução e Queda da Bastilha, tem quem não gostou que não cortaram a cabeça dela no final do filme...

Pois eu acho que as pessoas não captaram o espírito da coisa. Não entenderam o objetivo que o filme quiz alcançar. Que foi o de contar pra gente, não a história da França, mas a estória de uma garota adolescente, rica, mimada, infantil, e completamente alheia aos acontecimentos do mundo. A trilha sonora dos anos 80 tem um papel fundamental que é o de "linká-la" à juventude de hoje. E se repararmos direitinho nos detalhes do filme, as festas, as indulgências, as extravagâncias, a moda, tudo faz bastante sentido. O mundo de Marie Antoinette era o mundo de uma adolescente. Ao invéz de política, ela estava mais interessada em moda, festas, e fofocas com as amigas.


Marie Antoinette foi dada em casamento aos 14 anos de idade, teve que deixar pra traz uma vida inteirinha, da família às próprias roupas. O marido era tão novo e inexperiente quanto ela. Os dois levaram anos para consumarem o casamento, vivendo sobre altas pressões de produzir um herdeiro para o Trono. Aos 19 anos quando se tornou Rainha da França, ela não estava preparada para tão importante missão.
No final até dar pra entender porque era odiada pelo povo. Nos dias de hoje seria mais ou menos como pegar Paris Hilton, separá-la de Tinker Bell, e fazer dela Presidente dos Estados Unidos. Ía ter um monte de gente querendo mandá-la para a guilhotina também.
Anyways, gostei do filme, e recomendo.

quarta-feira, abril 04, 2007

Informacao importante aos Imigrantes

Desculpa, depois eu traduzo

SEATTLE, Washington (AP) -- U.S. Citizenship and Immigration Services says it reached its limit for 2008 H-1B visa petitions in a single day and will not accept any more, to the dismay of technology companies that rely on the visas to hire skilled foreign workers.
The agency began accepting petitions Monday for the fiscal year starting October 1 and said it received about 150,000 applications by mid-afternoon.
The temporary visas are for foreign workers with high-tech skills or in specialty occupations. Congress has mandated that the immigration agency limit the visas granted to 65,000, although the cap does not apply to petitions made on behalf of current H-1B holders, and an additional 20,000 visas can be granted to applicants who hold advanced degrees from U.S. academic institutions.
The agency said it will use computers to randomly pick visa recipients from the applications received Monday and Tuesday. It will reject the rest of the applications and return the filing fees.
Employers seek H-1B visas on behalf of scientists, engineers, computer programmers and other workers with theoretical or technical expertise. In Microsoft Corp.'s case, about one-third of its 46,000 U.S.-based employees have work visas or are legal permanent residents with green cards, said Ginny Terzano, a spokeswoman for the company.
"We are trying to work with Congress to get the cap increased," Terzano said. "Our real preference here is that there not be a cap at all."
Compete America, a coalition that includes Microsoft, chip maker Intel Corp., business software company Oracle Corp. and others, voiced its opposition to the visa cap in a statement Tuesday.
"Our broken visa policies for highly educated foreign professionals are not only counterproductive, they are anticompetitive and detrimental to America's long-term economic competitiveness," said Robert Hoffman, an Oracle vice president and co-chairman of Compete America.
Opponents say increasing the visa limit will bring down wages and discourage American youngsters from pursuing tech careers.

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